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domingo, 17 de março de 2019

Paquete Funchal a longa espera no cais da Matinha, em Lisboa

O navio de passageiros português ms Funchal, ainda aguarda a tão esperada saída de Lisboa, parado ao longo desdes anos no cais da Matinha, em Lisboa.
O muito apreciado clássico Funchal está à espera para uma nova vida.  depois de vendido em leilão por 3,9 milhões de euros à Signature Living.
Os planos será a saída do paquete Funchal, de Lisboa pela Signature Living, o grupo hoteleiro que adquiriu em leilão, com sede no Reino Unido, ainda sem datas previstas, que pretende converter o navio para um navio hotel de festas para possilvemente navegar de Liverpool para o Mediterrâneo.
O paquete Funchal no site do operador hoteleiro tinha como Fevereiro, os inicios de reservas para o primeira viagem com destino as ilhas Balerares com saídas do Reino Unido, como o paquete Funchal ainda não teve saída de Lisboa, para iniciar trabalhos de remodelação para a sua primeira temporada no verão de 2019, ficando assim algum imprevisto do novo operador para retirar o paquete do rio Tejo.
Enquanto a espera longa o paquete Funchal, fica no Tejo em Lisboa a espera dos tais novos proprietários ou mesmo pode ser que fique mais algum tempo a espera, quem sabe ?
Ir a Lisboa é sempre uma obrigação registar este clássico Funchal, pois tem tido ao longo dos anos sempre um futuro incerto.
Sempre será magnifico ver a linha do paquete Funchal, um clássico navio que tem muita histórias por contar, seja em livros ou mesmo pelos antigos tripulantes ou passageiros, sempre será um marco na era da marinha mercante Portuguesa. Hoje deixo uma diferentes imagens do paquete Funchal, retiradas este início de Março na capital Portuguesa, Lisboa.
 A aérea está em trabalhos para uma frente rio com espaços verdes, ciclovias e também espaços de lazer para ligação ao Parque das Nações, ficando também com pano de fundo o paquete Funchal.
Text and images copyrights; Texto e imagens com direitos reservados; Sergio Ferreira-Funchal.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Santa Maria em Port Everglades, Florida .

 Hoje coloco para lembrar a marinha mercante portuguesa um postal a cores da colecção Sergio@Cruises , datado do final dos anos 60, o navio Santa Maria atracado no porto americano Port Everglades, na Flórida.
 Foi o único paquete português com ligações regulares a portos dos Estados Unidos da América. Era regular as viagens do paquete português Santa Maria da Companhia Colonial de Navegação até Miami, nos EUA, com escala no porto venezuelano de La Guaira e em Curaçao, nas Antilhas Holandesas. Em porto estava também o antigo Riviera nas suas viagens turísticas pelas Caraíbas e o paquete alemão Hanseatic. Text and images copyrights; texto e imagens com direitos reservados; Sergio Ferreira-Funchal.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Clássico MSC Melody

O clássico MSC Melody da companhia italiana MSC Cruises está parado em Nápoles, em Itália desde o inicio deste ano, pois a companhia colocou à venda e retirou de serviço da frota MSC Cruises.  
O MSC Melody foi construído em 1982 pelo estaleiro CNIM em La Seyne, França para a companhia Home Lines como Atlantic .  Entre 1988 e 1997, passou para a Premier Cruise Line como StarShip Atlantic.
Em 1997, entrou em serviço para a MSC Cruzeiros como Melody,  e foi rebatizado MSC Melody em 2004 e foi colocado à venda  e retirado do serviço em janeiro de 2013 pela MSC Cruises com sede em Nápoles.  O MSC Melody acomodada 1.076 passageiros em 532 cabines.
© Images and Text Copyrights; Imagens e Texto com direitos reservados ; Sergio@Cruises.



 


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Pormenores do Carnival Destiny

 Hoje mostramos aluns pormenores do Carnival Destiny que se encontra no segundo dia de cruzeiro transatlãntico rumo à Europa.
Dentro de alguns dias vamos mostrar interiores deste navio de cruzeiros que a remodelação vai se iniciar dentro de dias para passar a ser remoneado Carnival Sunshine.
 Cresta da primeira escala no Porto de New York - New Jersey a 11 de Novembro de 2006.


Pormenor das portas no interior do Carnival Destiny.
 Uma das placas da construção do Carnival Destiny dos estaleiros Fincantireri Imagens e texto com direitos reservados; Sergio Ferreira-Funchal.

sábado, 30 de junho de 2012

Vintage Ships: Rotterdam de 1959

Quando foi construído o Rotterdam possui o casco cinza com somente uma pequena faixa amarela. 
Uma das maiores "grand ladies" da navegação mundial, assim pode ser definido o Rotterdam de 1959. O navio, que mais tarde seria conhecido como Rembrandt, é um grande liner da época áurea da navegação transatlântica.

Na época em que foi construído, tinha como objetivo, assim como vários outros, como o Camberra, e o France/Norway, cumprir as linhas entre a Europa e a América, os EUA. Porém, com o advento da aviação comercial, teve que se adaptar aos novos tempos, e assim como vários outros navios, passou a oferecer cruzeiros. 
Mais tarde o casco do navio foi pintado de azul. 
E assim foi, até 1997, foi um dos mais famosos navios de cruzeiro do mundo, levando a imagem da Holland America Line. Em todo mundo, seja por seu design inusitado, ou por sua imponência, o navio é sempre lembrado quando o assunto é grandes navios do passado. 

No Brasil não poderia ser diferente. Além de ter passado pelo Brasil algumas vezes, ainda a serviço da Holland America, o navio fez duas temporadas no Brasil pela Premier Cruises, entre 1997 e 1999. Na época, o navio marcou época por conta de seu serviço e instalações refinadas, e ainda hoje é lembrado como um dos mais interessantes navios a fazer temporadas no país. 
Quando veio a Santos, o navio já possuía, porém, com um tom diferente do da época que usava quando navegava para a HAL.  
Um dos brasileiros que teve a oportunidade de conhecer o navio, ainda que fora do Brasil, é o jornalista Sérgio Oliveira, que nos deixa o interessante depoimento sobre sua experiência no navio. Confira:

"A primeira vez que eu vi o Rotterdam, por volta de 1987/88, se tornou uma ocasião inesquecível por dois acidentes do acaso. Eu estava a bordo de um cargueiro, em meio ao seu carregamento, cujo comandante era um holandês de humor flutuante. 
Aqui é visto no antigo Terminal de Passageiros de Santos, a Casa do Café, no Armazém 15. 
Era de manhã mas não muito cedo. Na hora que eu cheguei na cabine do comandante, o Rotterdam começava a passar a bombordo, chegando ao porto. Fomos ambos para a ponte, vê-lo passar e ali ficamos uns minutos até que o navio se aproximasse do seu ponto de atracação.

Eu já sabia de sua existência e dos seus itinerários há muito tempo, mas vê-lo ao vivo foi algo inesquecível.

Na temporada 1997/1998 fez doze viagens com embarque em Santos, haviam roteiros para o Nordeste e o Prata, e até um mini-cruzeiro. 
Dado que fomos a ponte, eu achei que o comandante estava interessado em ver o navio ou por este ser holandês, ou pelo lendário navio de passageiros que se tornara. Embalado nesta idéia eu lhe perguntei se ele gostaria de ser comandante de um navio assim. A resposta veio rápida e seca: "Não… a carga fala." Me fez rir e assim ganhou lugar na minha memória daqueles anos.

Qual foi a a minha impressão do navio naquele momento? A mesma que teria por vários anos: que ele era um navio estranho por fora. Parecia que algo havia cortado pedaços inteiros dos decks superiores a popa. Faltava uma chaminé própria, central ou dupla. Mas estranhamente, navegando assim lento, ele tinha uma elegância e uma certa majestade.

O navio foi adquirido pela Premier Cruises e renomeado Rembrandt em 1997. 
Sai do navio, e na volta para a agencia decide ir dar uma olhada no Rotterdam atracado. Infelizmente, naquele dia, só teria tempo para isso dado que as tarefas eram muitas e o tempo curto. Ao ve-lo atracado, a segunda marca em minha memória foi descobrir que o acesso ao navio se dava não por uma ou mais escadas se elevando aos decks principais mas sim por uma rampinha, curta, que se ajustava a um dos decks mais próximos do cais. Era irônico um navio grande como aquele estar ‘ligado’ ao cais por algo tão pequeno. Foi a primeira vez que veria algo que mais de quinze anos mais tarde se tornaria quase que padrão em navios de cruzeiro.

Lembro também da cor do casco, um azul denso que quase parecia preto mas tinha como que uma camada de poeira por cima. Era um efeito fosco que raramente havia visto então.

Acho que ele estava em um dos seus lendários cruzeiros de volta ao mundo. Vinha só com passageiros em transito, e partiria em algumas horas. A Holland America não havia sido vendida a Carnival ainda, e o Rotterdam ainda era o ‚nau-capitanea’ da frota.

Navegou pela Premier Cruises até 2000, quando a companhia faliu. 
Dez anos se passariam até que eu o encontrasse de novo. Lembro da manhã de sol em Southampton, do leve atraso ao navio chegar, de espera-lo no cais do Ocean Terminal (utilizado pela Cunard e que me pareceu mais adequado a receber um ex-transatlântico de carreira do que o Mayflower Terminal que sempre me pareceu mais P&O e carreira da Ásia). Naquele dia aquele trecho de cais, que vai da ponta mais ao sul do porto, olhando o Solent em direção a Portsmouth, até aonde o Titanic um dia atracou, passando por onde existiu o mais famoso Ocean Terminal (do qual só restavam na época parte da escada de acesso da plataforma ferroviária), estava vazio. O sol se fortalecia e a superficie do Solent reluzia.

E eis que de repente eu o vejo, agora com o nome de Rembrandt, avançando lentamente em direção ao cais, ainda com o casco de uma cor escura, mas já uma pintura mais padrão do que a que vira na primeira vez.

Me continuava sendo um navio de porte estranho. Mas logo ele atracou e tendo chegado em lastro, sem passageiros, em alguns minutos estávamos na rampa de acesso a bordo (não mais a pequena rampa, perto do cais, mas a própria rampa do terminal que nos deixava em um dos seus promenade decks).

O Rotterdam/Rembrandt tem um estilo de desenho diferente da maioria de todos os outros navios, a começar pelas chaminés, que são inspiradas nas do Eugenio C.
A nossa guia na visita, uma das muitas funcionárias do navio, ali nos recebeu e nos conduziu primeiro ao Club Carlton, que tinha tanto renome entre os passageiros fiéis da HAL como o próprio navio tivera. Ali eu comecei a entender a magia daquele navio: ele estava, praticamente, do mesmo jeito como quando fora lançado em 1959. Móveis reformados e carpetes novos, mas todo o esquema de decoração seguindo as cores, e em vários casos os materiais, originais. Era entrar em uma máquina do tempo e entender porque o navio, nos tempos de HAL, vivia lotado: passar dias ali era escapar um pouco os dias modernos, era relembrar épocas mais serenas no mundo e na navegação.

Os decks eram de teak, bem cuidados e um prazer de serem vistos. Algumas partes, cobertas, lembrando outros navios ainda mais antigos. As cabines eram amplas e com muita madeira na decoração dando uma sensação de harmonia e aconchego nos dias mais frios. No Queen’s Lounge ainda havia o abat-jour fixo sob o qual a Rainha da Holanda fazia seu tricot ou lia nas travessias. No Ambassador’s Club ainda havia aquela atmosfera de ‘boite’ dos anos 60.

Após um longo período de abandono e posteriormente de reformas, o Rotterdam foi recebido na cidade de mesmo nome em 2008. 
Almoçamos em um restaurante que, como em quase todo transatlantico que se preze, ficava nos decks baixos do navio. Tinha um teto alto, cores harmoniosas, e ainda aquele visual do final dos anos 50.

Foram horas agradáveis que terminaram quando o embarque dos passageiros começou e o navio deixou de ser somente ‘nosso’. A funcionária (uma brasileira e que iria ficar a bordo até a temporada na America do Sul), muito solicita e com razoavel conhecimento do passado do navio, nos acompanhou até o terminal, aonde nos deu brochuras da temporada que começava e da temporada sul-americana.
Lá, na cidade onde também foi construído, servirá como hotel, museu e centro de convenções. 
Eu voltaria a ver o Rembrandt mais umas duas ou tres vezes mas mais ao longe. Fiquei contente que a idéia de chama-lo Big Red Boat IV não tivesse ido adiante e que ele continuasse igual ao que tinha sido por tantos anos.
A Premier acabou, o Rembrandt foi vendido e rebatizado Rotterdam em 2004. Desde então uma saga de destinos e reformas se passou mas já há algum tempo o navio voltou para casa e é em Rotterdam que eu espero ve-lo em breve e desta vez passar umas noites a bordo do que é o mais interessante hotel da cidade. De momento o hotel ocupa somente algumas cabines e um dos bares. Em breve deve dar aos hóspedes acesso a alguns dos salões. Quando isto ocorrer, será tempo de revisitar esta lenda em forma de navio."
Para sua nova função, ganhou de volta suas cores originais de 1959. 
Hoje, em Rotterdam, o Rotterdam é utilizado como navio hotel e contro de convenções, assim como o Queen Mary em Long Beach, EUA, e até não muito tempo o Augustus em Manilla, nas Filipinas. No site oficial do hotel, é possível encontrar mais informações. É de ressaltar porém, que só alguns dos ambientes do navio estão abertos a visitação pública. De qualquer forma, para quem quer realmente conhecer o navio, é oferecido um tour que promete levar a todos os cantos do navio - mesmo os não acessíveis normalmente. Este pode ser comprado pelo site também, onde é descritoTexto (©) Copyright Daniel Capella e Sérgio Oliveira. Imagens (©) Copyright Holland America Line, Rhoderik Jones, Silvio Roberto Smera, Edson Lucas, Emerson Franco Rocha (estas três últimas retiradas da coluna Recordar, do site Portogente), Premier Cruises e Cees de Bijl.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Galera "Mardoll" naufragou na Ponta Delgada em 1877

Será lembrado mais um naufrágio que ocorreu na ilha da Madeira no blog Sergio@Cruises, o da Galera Norueguesa "Mardoll". Naufragou na costa norte da ilha, mas precisamente na Ponta Delgada em 8 de Dezembro de 1877 sob o comando do capitão Michael Naerup, nos baixios da praia por baixo do actual Hotel Monte Mar Palace, onde se encontra actualmente este quadro da galera com a recordação da história. A galera "Mardoll" era um navio de carga, que efectuava viagens regulares durante muitos anos entre os portos da India e Bassein, na Birmânia e carregava valiosas especiarias e arroz para a Europa. Também efectuava viagens comuns entre os portos de New Orleans na América, Santos no Brasil e Cronstadt na antiga Rússia (actual St. Petersburg na Rússia). A galera norueguesa "Mardoll" foi lançada à água em 17 de Maio de 1873, como um navio de carga e dispondo de uma tonelagem de 825 toneladas e teve a sua viagem inaugural rumo à Inglaterra com uma carga total de madeira escadinava.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sino do luxuoso iate "Varuna" na Fajã da Ovelha, na Calheta

O blog Sergio@Cruises visitou ontem a capela de São Lourenço, na freguesia da Fajã da Ovelha, no Concelho da Calheta, onde está colocado e em plenas funções e estado de conservação, o precioso sino com o nome VARUNA. Segundo a população local, foi recolhido por pescadores da zona, pouco tempo depois do naufrágio do luxuoso Varuna. Aliás, o dito sino ostenta escrito o nome "Varuna", se bem que pintado com tinta mais recente que o próprio iate.
Sendo Eugene Higgins (1860-1948), o proprietário do Varuna, era o herdeiro da fortuna do seu pai, que esteve ligado ao fabrico de carpetes, que vivia sem preocupações, dedicando-se a viajar pelo mundo a bordo do seu iate.
Breve história do iate Varuna
Um artigo do NYT de 22 de Novembro de 1896, redigido pelo seu correspondente em Glasgow, na Escócia, referia que o Varuna, iate de 1500 toneladas construído num estaleiro naval de A. & J. Inglis of Pointhouse Partick, junto ao rio Clyde, já havia sido lançado à água e estava quase pronto para ser entregue ao seu proprietário, o milionário nova-iorquino Eugene Higgins. Referia que nenhum membro da nobreza britânica e ainda muitas cabeças coroadas da Europa não se podiam gabar de possuir um barco semelhante. O Varuna era construído em aço, tinha duas hélices, deslocava-se a uma velocidade máxima de 17 nós, era pintado de branco e o seu interior estava luxuosamente decorado, da proa à popa. Este iate possuía ainda amplos camarotes para o seu dono e convidados, revestidos em madeira de carvalho, e ainda alojamento para a numerosa tripulação. Tinha, ainda, estabilizadores, para proporcionar maior conforto aos passageiros durante as travessias marítimas mais agitadas, e entre as suas várias inovações contavam-se compartimentos de contra-afundamento, de modo a manter o iate a flutuar em caso de acidente.
O naufrágio do Varuna na imprensa está na edição de 17 de Novembro de 1909 do NYT, este jornal de referência publicou o conteúdo de um telegrama recebido da Madeira no dia anterior, referindo que o Varuna, pertencente a Eugene Higgins, membro do New York Yacht Club, havia encalhado na costa noroeste e que dois rebocadores haviam ido em assistência ao navio (um lapso, visto que, segundo afirmou na altura o DN, foram o Gavião e o Açor, navios de cabotagem, que foram em seu auxílio).
Esta mesma notícia foi ainda publicada no NYDT na edição do mesmo dia, acrescentando alguns dados sobre Eugene Higgins e o seu iate, cujas últimas notícias remontavam à sua saída das Bermudas, a 5 de Novembro. Sobre o seu proprietário foi referido que contava 41 anos de idade (na verdade tinha 49), possuía uma fortuna pessoal estimada em 50 milhões de dólares, era licenciado pela Universidade de Columbia, sendo ainda membro dos mais famosos clubes de iates de Nova Iorque e da Europa. Foi, ainda, referido que passava a maior parte do tempo no seu Varuna, onde mantinha a disciplina de um navio de guerra, e que todos os seus convidados tinham de agir em conformidade com as suas orientações
Na edição do dia 18 do NYT foram publicadas notícias emitidas do Funchal na véspera, dando conta do facto de Eugene Higgins e seus convidados se encontrarem bem, apenas se registando um desaparecido, de entre os membros da tripulação. Noticiou também que aquando do encalhe do iate, às duas da manhã, foram lançados botes à água com o dono do barco e seus convidados, que foram desembarcados em Ponta Delgada, indo alguns botes até o Porto Moniz e São Vicente. Os tripulantes de outro bote foram salvos por um vapor que passava por perto e foram trazidos para o Funchal. Nada foi salvo do iate, que foi arrastado por ondas revoltas para a costa, caracterizada por altas falésias e pequenas baías. Acrescentava que alguns dos náufragos permaneceram na costa, perto do local do naufrágio, enquanto que outras pessoas do grupo foram para algumas aldeias, onde foram alojados e alimentados. Era ainda referido que o mar se encontrava muito agitado naquele dia e que o Varuna embatia violentamente contra as rochas, e que apesar da sua estrutura em aço o navio parecia estar perdido. Aqui fica o registo duma valiosa peça do luxuoso iate "Varuna", que é relembrado uma vez mais a história deste belo e luxuoso iate . Images copyrights; Fotos com direitos reservados; Sergio Ferreira-Funchal.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

"Principe Perfeito" no seu cruzeiro ao Báltico



Hoje o blog Sergio@Cruises apresenta umas imagens raras da sua colecção particular, do paquete português "Principe Perfeito" da companhia C.N.N. , no seu cruzeiro ao Báltico no ano de 1967 e organizado pela agência "Europeia" . O "Principe Perfeito" ficou 2 dias na cidade de Estocolmo, fundeado em frente do Palácio Real de Estocolmo, que é a residência oficial da Família Real Sueca que é o Palácio de Drottningholm. O Palácio de Estocolmo está localizado na ilha de Stadsholmen, em Gamla Stan (a cidade velha), na capital, Estocolmo. O "Principe Perfeito" foi construído nos estaleiros Neptune em Newcastle-upon-Tyne, na Inglaterra, por Swan Hunter & Higham Richardson, Ltd., por encomenda da CNN. Foi lançado ao mar em 22 de setembro de 1960

Imagens com direitos reservados; Images copyrights; Sergio Ferreira-Funchal.